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Arquivo de "2016/04"

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4 ideias para guardar a sua Bike dentro do apartamento


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A cada dia que passa aumenta a quantidade de pessoas adeptas da bike. E não é para menos: esse é um meio de transporte econômico e ecológico, é uma excelente maneira se exercitar diariamente, e se torna ainda melhor se o lugar onde você mora tem ciclovias e espaços apropriados para pedalar. Existe, porém, uma dificuldade em adotar a bicicleta: onde deixá-la?

Se você quer entrar nessa moda, mas se depara com esse obstáculo, confira no post de hoje as vantagens e descubra como guardar sua bike no seu apartamento!
Antes de tudo, segurança!

Vale lembrar que pedalar na rua envolve muitos riscos, mesmo que sua cidade conte com ciclovias e ciclofaixas. Ninguém está livre de quedas e cair no asfalto nunca é pouca coisa. Por isso, estar equipado com acessórios de segurança, como capacete e luvas, é fundamental. Com a devida atenção e cuidados, você pode se poupar de muitos acidentes.

Outra questão que envolve segurança é o trajeto escolhido: dê preferência para os que têm menos trânsito e os que envolve ciclovias, que dão segurança ao ciclista. Pela manhã bem cedo é sempre mais tranquilo pedalar, pois o fluxo de veículos é bem menor.

Como guardar sua bike
Com os espaços cada vez menores nas residências, e por muitos condomínios não contarem com lugares apropriados para guardar bicicletas, torna-se necessário uma certa criatividade para guardar a bike dentro de casa. A boa notícia é que existem várias formas de guardá-la — algumas inclusive, podem fazer parte dadecoração. Confira!

Modo simples
Uma ideia simples e que torna bem fácil o encaixe da bike é mandar fazer um rack no formato do quadro da bicicleta. Se o ambiente for bem descolado, vai dar um toque todo especial na decoração da casa.

Modo suspenso
Uma ideia criativa para economizar espaço na casa, em especial no chão, é pendurá-la no teto. O sistema é bem usado e se parece com a estrutura de um varal com suportes em lugares estratégicos para segurar a bike.

Modo invisível
A ideia é fazer parecer que a bike está flutuando. Para atingir esse efeito, o rack em que ela se encaixa é pintado da cor da parede — quando se olha dá a impressão de que ela está realmente suspensa no ar.

Modo vertical
Uma boa forma de guardar sua bike ao mesmo tempo em que decora sua casa e poupa algum espaço é por meio de um rack que permite guardá-la na posição vertical. Essa forma criativa vai garantir uma decoração bem transada para o ambiente, que pode ser um quarto ou mesmo a sala, dependendo do tipo de decoração de sua casa.

Então, se o seu problema em ter uma bike era o local onde guardá-la, agora você já tem excelentes sugestões para correr para a loja e adquirir já a sua magrela e pedalar muito. Junte o útil ao agradável: exercite-se, colabore com o meio ambiente e economize. Vá de bike!
http://blog.casashow.com.br/

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Aumentando a produtividade na obra


A produtividade na construção civil é uma das formas mais eficientes de se reduzir os custos da obra e aumentar a lucratividade. Uma maior

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produtividade não é o mesmo que uma maior produção; a produtividade se verifica em uma maior produção para uma menor quantidade de recursos utilizados, sejam eles matéria-prima, mão de obra, ou equipamentos. Alcançar uma maior produtividade em uma obra é a forma mais fácil de se aumentar a lucratividade de um empreendimento. Com ela, obtém-se o uso mais racional dos recursos, evitando o desperdício e maximizando o aproveitamento da mão de obra.

A racionalização no uso dos recursos normalmente vem atrelada à profissionalização em sua administração e execução. Mão de obra mais qualificada significa menos retrabalho e menos desperdício; equipamentos mais adequados significam uma maior capacidade produtiva; o uso das melhores técnicas significa um melhor resultado. E um gerenciamento eficaz significa uma maior chance de sucesso de um projeto, em termos de prazos, custos e qualidade.

Uso de ferramentas
Ao investir em um determinado tipo de equipamento, pode existir a falsa impressão de um custo alto, que embora possa reduzir o prazo de conclusão da obra, irá encarecê-la. Essa visão é resultado de uma análise superficial, que falha ao deixar de levar em conta diversos outros fatores, e cria vícios de planejamento que fazem com que decisões pautadas em economia acabem resultando em desperdícios e custos desnecessários.

Ferramentas e mão de obra
O primeiro ponto a ser analisado em relação a isso é o custo crescente da mão de obra. A construção civil encara hoje um dos patamares mais altos de custo de mão de obra de sua história, e a utilização dos recursos humanos em detrimento de equipamentos específicos para a realização de atividades na obra, primárias ou secundárias, acarreta em um maior uso desses recursos, por um tempo mais longo.

A seguir, deve-se analisar a qualidade dos produtos resultantes. A utilização de ferramentas especializadas produz resultados de maior qualidade que a produção manual ou com ferramentas inadequadas. O retrabalho acarreta em maior tempo de serviço e, uma vez mais, maiores custos de mão de obra.

Ferramentas e matéria prima
Não se pode perder de vista, ainda, aspecto do desperdício de matéria prima. A imprecisão de processos manuais, que se valem de ferramentas inadequadas, faz com que exista muito desperdício, gerando entulho que, além de consumir espaço e ter um custo associado à sua destinação, representa material desperdiçado.

Ferramentas e segurança
Existe ainda um aspecto que não se pode deixar de levar em consideração, ainda, a segurança. A utilização de ferramentas adequadas faz com que se reduzam os riscos de acidentes, que por sua vez acabam acarretando em atrasos e custos indenizatórios indesejáveis.

Embora possa parecer, em um primeiro momento, que os custos adicionais decorrentes da aquisição de maquinário e ferramentas elétricas possam aumentar o custo de uma obra, a produtividade resultante de seu uso faz com que seu uso seja mais do que justificado, gerando economia e um uso mais racional dos recursos.

Fonte: http://www.blogdaobra.com.br

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10 dicas para acertar na adubação


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Já falamos aqui no jornal sobre vários cuidados fundamentais que devemos ter com as plantas, como a rega, por exemplo. Hoje é a vez de falar de outra etapa também muito importante para garantir o desenvolvimento das espécies do seu jardim: adubação. Preparamos 10 dicas que vão são uma mão na roda para você que tem algumas dúvidas sobre esse processo. Confira:

1. A adubação deve ser feita quando as plantas necessitam dos nutrientes. É preciso dar atenção às necessidades específicas das espécies como uma quantidade equilibrada de nitrogênio, fósforo e potássio (durante o crescimento) e uma redução do nitrogênio e o aumento de fósforo e potássio (na floração e frutificação).

2. Não adube as plantas quando elas entram em dormência, pois nesse período elas não aproveitam muito os fertilizantes. O período de dormência varia muito de espécie para espécie.

3. É preciso ficar atento ao pH do solo. De nada adianta usar adubo excessivamente em um solo ácido. Por isso, vale antes pedir uma análise do solo, para ter um diagnóstico correto do estado atual.

4. A fertilização deve ser feita mais frequentemente na praia e em outros solos arenosos.

5. Uma dica que faz toda a diferença no desenvolvimento da planta é enriquecer o solo com uma boa quantidade de matéria orgânica.

6. Tente nunca deixar faltar água às plantas durante o período seguinte à adubação. Pois as espécies podem se desidratar facilmente.

7. Você sabia que a adubação ideal é aquela gradual e de acordo com a fase da planta? Por isso na hora de adubar, evite, por exemplo, de fertilizar perto da colheita.

8. Aplique fertilizantes em dose menor ou igual à recomendada na embalagem. O excesso pode fazer com que as plantas murchem ou morram da noite para o dia.

9. Você sabia que os dias nublados são os melhores para fertilizar as plantas? Aliás, deve se evitar ao máximo adubar em dias de sol intenso e dias chuvosos.

10. Nossa última dica é não utilizar estercos frescos ou mal curtidos, restos de alimentos e cascas, diretamente sobre o solo. A fermentação destes materiais produz substâncias que são prejudiciais, por isso é indicado sempre fazer a compostagem destes materiais antes de utilizar.

www,ojardineiro.net

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5 dicas para aproveitar o seu terreno


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Depois de terminar a tão sonhada casa, e deixar tudo perfeito, da forma que você sempre imaginou, você percebe que ficou um espaço sem nada. O que fazer? Hoje, a equipe decidiu fazer um artigo com 5 dicas para aproveitar o seu terreno, para que eles não fiquem a mercê do tempo e sem utilidade.

Que tal aproveitar o seu terreno construindo:

1 – Uma edícula

As edículas ficam boas nesses espaços inutilizados, afinal, nem toda edícula precisa de uma piscina ou coisas do tipo. Elas podem ser muito úteis para reuniões com amigos e familiares, ou para um belo churrasco!

2 – Uma horta

Imagina quanta vantagem tem em se ter sua própria horta em casa? Você pode cultivar tomate-cereja, cheiro verde, salsinha, pimenta, hortelã, manjericão… é uma feira-livre no quintal! Fora o fato de ser muito bom cultivar verduras e hortaliças para manter uma alimentação saudável, e ela dar um bonito paisagismo, deixando sua casa mais verde e bem mais natural.

3 – Uma piscina

Durante o verão, uma piscina é uma ótima pedida

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Me arrependi: Pintei e não gostei da cor


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Causa mais comum:

comprou toda a quantidade de tinta e deixou o pintor aplicar sem testar antes se a cor ficava bem naquela parede, com a luz que chega ali naquele cômodo. Ou a cor deixou tudo escuro demais, ou é uma cor muito forte pra uma área tão grande e daí deu essa sensação de ‘pintei e não gostei da cor’ testar antes pareceu bobagem, só que não.

Também pode ser:

que você tenha usado tinta velha e vencida, que quando foi aplicada ficou num tom bem diferente do que era pra ser. O jeito é fazer tudo de novo, ou se conformar.

Como você poderia ter evitado:

Antes de comprar toda a quantidade de tinta, poderia ter comprado uma latinha pequena e testado na parede, no local que você ia pintar. E poderia ter experimentado com algumas cores e tons. E, claro, deveria ter olhado a validade da tinta na lata.

fonte: www.100pepinos.com.br

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Cuidados com o jardim no outono


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O outono começou oficialmente! Para muitas pessoas isso é motivo de alegria, porque com a chegada da nova estação, o calor do verão, que por muitas vezes prejudica as plantas, vai embora. Mas mesmo com o início de uma temporada de clima mais ameno, é preciso ficar atento alguns detalhes para garantir que o desenvolvimento de suas plantas não seja prejudicado. Confira:

- É muito normal as folhas caírem nesta época do ano. Muitas pessoas acabam se preocupando e fazendo a poda antes do tempo, o que é muito prejudicial para as plantas. O ideal é saber apreciar a beleza das árvores em todas suas fases.Você sabia que a queda das folhas faz parte de uma “estratégia” das árvores para se proteger do frio e reduzir o gasto com energia? Como os dias são mais curtos e a incidência de luz solar é menor, as árvores mudam seus aspectos para se manterem vivas e saudáveis.

- Você pode juntar as folhas para fazer um composto orgânico para adubação. Que tal?

- Uma alternativa é fazer pilhas destas folhas e compactar. Esse processo se chama mulching, um material seco que pode se colocado ao redor de árvores, na horta e em canteiros. Os benefícios do mulching são: diminuição dos inços, aumento do teor de matéria orgânica do solo, e redução da evaporação de regas e chuvas.

- Não é recomendado fazer as podas que vão florescer no início da primavera, já que isso pode prejudicar sua floração. O ideal é realizar apenas uma poda de limpeza, retirando as folhas amareladas e os galhos secos.

- Retire as ervas daninhas.

- Como o outono tem temperaturas mais fresquinhas, você pode diminuir a quantidade de água na rega, já que a evaporação da água acontece de forma mais lenta.

Fonte: http://www.jardimdasideias.com.br

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