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Arquivo de "2017/11"

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Quando escolher luz branca ou luz amarela


Quando vamos comprar uma lâmpada, é comum olharmos os modelos disponíveis e aspectos como tensão e potência, medida em watts, que está diretamente ligada ao consumo de energia.

Assim, nem sempre atentamos para a temperatura correspondente à cor da lâmpada – mas deveríamos. Com unidade expressa em graus Kelvin (K), essa temperatura diz respeito à tonalidade aparente da luz, o que chamamos de luz branca e luz amarela.

Qual das duas escolher? Bem, isso deve ir muito além do seu gosto pessoal. A luz tem influência direta no nosso estado emocional, e pode ser uma grande aliada (ou o oposto) do bem-estar das pessoas.

O que deve ser levado em conta, portanto, é qual tonalidade se adéqua melhor ao ambiente ou ao tipo de atividade realizada no espaço. Vamos ver as diferenças?

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Luz amarela
A lâmpada de facho de luz amarelo é a escolha ideal para quem quer um ambiente mais aconchegante e confortável. É também conhecida como lâmpada quente – não pela temperatura de calor, mas sim pela temperatura da cor.

Por estimular o relaxamento, a luz amarela é indicada para ambientes mais intimistas e sociais, como quartos, salas e áreas de estar.

Geralmente, essas lâmpadas têm temperatura de cor entre 2.700 K e 3.100 K.

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Luz branca
Também conhecidas como lâmpadas de luz fria, as que emitem luz branca ou branca-azulada causam o efeito oposto. Ou seja, são mais estimulantes, o que as torna ideais para ambientes de trabalho, como escritórios e consultórios, e espaços residenciais como cozinhas, banheiros e áreas de serviço.

Com temperatura de cor acima de 4000 K, a luz branca também facilita a visualização de objetos.

É possível misturar as duas?
Sim! Se um mesmo ambiente é utilizado para trabalho e descanso, como um quarto com home office, por exemplo, você pode utilizar tanto a luz branca quanto a luz amarela no projeto.

Uma dica é utilizar spots embutidos no gesso com luz amarela para a iluminação geral, e pendentes ou luminárias de lâmpadas de luz branca na bancada. Ou então, você pode ter luz branca no teto e amarela distribuída nos cantos – nesses casos, o ideal é ter dois interruptores, assim você pode controlar a iluminação de acordo com o momento.

Consumo de energia
Vale destacar que a escolha entre a luz branca ou amarela não vai influenciar em nada a conta de luz no fim do mês. A lâmpada não utiliza mais ou menos energia em função da tonalidade do facho de luz, o que vai influenciar nisso é a potência e a tecnologia da lâmpada.

E atenção: algumas pessoas têm a impressão de que quanto mais branca a luz, mais potente é a lâmpada e melhor é a iluminação. Isso não é verdade, já que a quantidade de luz exposta no ambiente é a mesma. O que acontece é que a luz branca, na nossa percepção visual, se destaca pela luminosidade.

Fonte: https://blog.casashow.com.br

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Pisos, tintas e revestimentos para quem tem animais de estimação


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Você tem aquele móvel querido, de estimação, mas que já está feio ou gasto? Gosta da sua mobília, masParte da família, eles enchem a casa de amor, diversão e alegria. E também de pelos e de um pouco mais de bagunça e sujeira. Sim, estamos falando dos pets.

Mas isso não quer dizer que os animais de estimação precisem ser sinônimos de muito trabalho. Além de amor e carinho, alguns cuidados na hora de escolher os materiais da sua casa podem ajudar, eles e você, a terem uma rotina muito mais fácil e confortável,

Veja dicas de pisos, tintas e revestimentos para quem tem animais de estimação.

Cuidado, o piso pode ser um grande vilão para o seu animal de estimação. Caso ele seja liso e escorregadio, o esforço para o seu bichinho se manter firme e equilibrado pode ser grande, acarretando inclusive problemas nas articulações. O piso ideal, portanto, são aqueles mais rústicos ou antiderrapantes.

Uma das melhores opções é a cerâmica, que possui durabilidade, é difícil de arranhar, fácil de limpar, além de manter o ambiente mais fresco, característica ótima para os nossos amigos peludos se refrescarem.

Por ter pouca ou quase nenhuma absorção, os porcelanatos sem brilho ou com texturas também são indicados para quem tem animais. Na instalação deixe espaçamentos mínimos no rejunte, evitando manchas e umidade e de quebra dando amplitude aos espaços.
Os pisos vinílicos, principalmente os mais rústicos, com acabamento de capa de pvc, também têm absorção praticamente nula, não tendo risco de manchar com aquele xixi no lugar errado. Além disso, são resistentes às unhas do seu gato ou cachorro, laváveis e também oferecem conforto térmico.

Agora, quer facilidade de limpeza e um ótimo custo-benefício? Que tal inovar a sua decoração com um piso de cimento queimado? Além de muito prático para quem tem animais de estimação, o concreto aparente está em alta no mundo da decoração.

E que tipo de piso não usar? O piso de madeira não precisa necessariamente ser uma opção descartada, mas pode ser arranhado com facilidade. Já materiais porosos como o mármore ou pedras naturais não são indicados – a saliva e a urina dos animais pode manchá-los.

Ah, e esqueça os carpetes! Eles acumulam odores, mancham e atraem pelos com facilidade. Não quer abrir mão de pelo menos um tapete? Escolha modelos que sejam de materiais impermeabilizados, fáceis de lavar, e prefira os feitos com fibras resistentes e difíceis de rasgar. O de sisal, por exemplo, pode ser uma boa escolha.

Tintas e revestimentos
Não é só o piso que exige atenção quando se tem um animal de estimação. Imagine só você chegar do passeio no parque com o seu cãozinho e ele deixar as patinhas cheias de terra na parede, bem naquele papel caríssimo ou na pintura novinha… melhor evitar situações como essas, não?

Seja tinta, seja revestimento, portanto, a sua parede deve ser de limpeza fácil. No caso das tintas, opte pelas de acabamento acetinado ou semibrilhante, que são mais fáceis de limpar.

E, claro, escolha as tintas laváveis, que possuem uma fórmula mais resistente aos danos causados por certos resíduos. Assim, qualquer tipo de sujeira pode ser removida da superfície sem danos à pintura.

Fonte: https://blog.casashow.com.br/

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Conheça 4 árvores resistentes para se ter no quintal


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As árvores além de proporcionarem uma bela sombra e purificarem o ar do seu lar, ainda embelezam o seu espaço.

Que tal investir em espécies super resistentes que irão suportar diversas condições climáticas como seca, períodos de chuvas frequentes ou geadas? Esta pode ser uma ótima aposta para quem adora jardinagem mas que não possui muito tempo para os cuidados que a maioria das plantinhas demandam.

Listamos 4 espécies de árvores resistentes para você escolher a que mais combina com a sua casa! Confira!
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Árvore de guabiroba
Esta árvore é uma das mais cultuadas nas regiões de Mata Atlântica e Cerrado. Mesmo preferindo clima úmido, esta espécie se adapta muito bem aos locais em que há períodos de seca e também em regiões frias, já que suporta temperaturas de até 0ºC. Frutífera, ela produz a guabiroba, fruta rica em proteínas e vitaminas do complexo B.
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Umbu
O umbuzeiro já foi conhecido como a "árvore sagrada do sertão" e é uma planta que suporta estiagem por conta do seu ótimo armazenamento de água em suas raízes. Ela é propícia para o cultivo nas regiões da Caatinga e seus frutos são ricos em vitamina C.
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Ipê roxo
Esta árvore é uma das favoritas para o plantio doméstico. O ipê roxo apresenta lindas flores e seu desenvolvimento anual é bastante satisfatório, podendo crescer até 1 metro por ano. É uma ótima opção para climas amenos e frios, como de regiões serranas, pois é resistente as geadas.
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Pequizeiro
Outra árvore resistente ao calor e aos períodos de seca é o pequizeiro. Esta espécie consegue se regenerar durante as temporadas sem água, a ponto de ainda conseguir produzir frutos na primavera e no verão, de novembro a janeiro. O pequi é uma fruta típica do nordeste brasileiro e é rico em vitamina A, C e E.
Fonte: http://www.jardimdasideias.com.br

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Dicas para fazer belos canteiros


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Quem não sonha em ter um lindo jardim, cheio de cores, sombra e belezas para apreciar? Se você tem espaço na sua casa, pode sim fazer um cantinho verde todo especial. Um canteiro de cada vez e você chega lá! Confira uma seleção de dicas para um quintal digno de capa de revista!

1. Opte por plantas de uma mesma cor ou espécie. Esse é um truque muito visto em canteiros profissionais e dá um ar de organização e harmonia. Lavanda, equinácea púrpura, gallardia, amsonia e erva dos carpinteiros são belas opções.

2. Se você não quiser fazer o plantio diretamente no chão, pode utilizar vasos de tamanhos diferentes para compor o seu jardim. Outra prática bacana é reutilizar objetos para plantar suas espécies favoritas – de canecas à pneus, vale soltar a imaginação.

3. Se você não dispõe de muito tempo para cuidar dos seus canteiros, o mais indicado é optar por vegetações de pouca manutenção. Palmeias, ave-do-paraíso, filodendro, hortênsia, agapanto, camarão amarelo e buxinho ornamental são plantas de sol, apropriadas para espaços externos.

4. Dê forma aos seus arbustos. Para evitar que seu canteiro seja muito rebelde, o indicado é fazer podas regularmente. Utilize tesouras de jardinagem ou podadores para cumprir essa tarefa com mais facilidade. onheça os produtos STIHL acessando o site: http://www.stihl.com.br

5. Para escolher o melhor lugar para a criação do seu canteiro, pode ser necessária a ajuda profissional – seja um paisagista ou biólogo. É preciso levar em conta fatores como vento, incidência solar, estilo paisagístico, solo e tipo de terreno.

6. Para proteger os seus canteiros, cubra o solo com cobertura morta, que pode ser serragem grossa, palha, casca de pinus ou mesmo folhas secas. Essa proteção evita o surgimento de ervas daninhas e a perda de nutrientes.

Fonte: http://www.jardimdasideias.com.br

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Piso drenante é permeável, resistente e ecologicamente correto


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Permeável, resistente e ecologicamente correto. Essas vantagens fazem do piso drenante a solução ideal para projetos que buscam alternativas sustentáveis e de qualidade. Disponível em várias cores e modelos, proporciona visual moderno aos ambientes.

Para conhecer mais a respeito, conversamos com alguns especialistas que indicam a utilização do produto. Confira!

Composição x função do piso drenante

Feito com uma mistura de pedra, areia, cimento, fibras naturais, aditivos plastificantes e porcelana reciclada, o material tem basicamente duas funções: absorver a água da chuva e encaminhá-la para o lençol freático. Com isso, ajuda a reduzir enchentes e alagamentos nas cidades.

“Com o piso drenante não há necessidade de instalar ‘bocas de lobo’ ou dutos subterrâneos em estacionamentos, por exemplo. Ele permite captar um litro de água por segundo. O solo absorve a água, filtra e a conduz até ao lenço freático. Para aumentar o poder de absorção, é possível inserir captadores artificiais, que armazenam a água para reuso”, destaca Georges Russalim, diretor da Braston Pisos Personalizados.

Como a solução permite o escoamento de líquidos em geral, sua utilização não é recomendada em locais potencialmente contaminados. Portanto, se por um lado reduz enchentes, por outro pode absorver fluidos oriundos de veículos automotores.

Utilização

O piso drenante é indicado para áreas externas, como ruas, calçadas, garagens, bordas de piscinas, rampas, áreas de lazer e jardins. Segundo Luis Fernando Andrade da Silva, diretor da Drenaltec Pisos e Revestimentos, “o material é muito versátil e proporciona benefícios ecológicos importantíssimos para o meio ambiente. Além disso, é econômico, pois dispensa contrapiso, argamassa, rejunte e outros materiais utilizados para a aplicação do piso de concreto comum”.

Modelos de piso drenante

O mercado fornece diferentes modelos de piso drenante, sendo os mais comuns: concregrama, intertravado permeável e placas porosas. O primeiro é vazado, ou seja, contém espaços livres que podem ser preenchidos com grama. O segundo caracteriza-se por ter peças encaixadas umas sobre as outras. Já o terceiro possui placas aplicadas uma do lado da outra.

“O modelo concregrama detêm retículas de concreto com interstícios, que facilitam o escoamento da água por suas frestas, permitindo assim o crescimento da vegetação. Sempre que possível utilizamos pisos drenantes em nossos projetos, principalmente no calçamento de passeios das áreas ajardinadas”, salienta Bruno Vitorino, arquiteto do escritório DMDV Arquitetos.

Fonte: www.blog.casashow.com.br

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Como reformar móveis antigos com tinta


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Você tem aquele móvel querido, de estimação, mas que já está feio ou gasto? Gosta da sua mobília, mas quer dar novos ares à decoração, com praticidade e gastando pouco?

Que tal reformar você mesmo o seu móvel? Em tempos de sustentabilidade e consumo consciente, reaproveitar aquele móvel que simplesmente seria descartado é uma ótima alternativa.

E o melhor é que com apenas lixa, tinta e pincel é possível transformar a sua mobília com muito estilo e apuro, afinal, móveis coloridos são tendência e podem dar vida nova a qualquer ambiente.

Aprenda passo a passo como reformar móveis antigos com tinta.

Prepare o móvel

O primeiro passo é preparar o móvel. Retire todos os acessórios – alças, dobradiças ou puxadores, para que eles não fiquem com tinta. Guarde bem todos os parafusos para recolocar esses itens depois ou, então, os substitua por outros novinhos em folha!

Lixe a superfície

Para garantir um bom acabamento, o móvel deve ser previamente limpo e lixado. Use primeiramente uma lixa grossa para tirar todo o verniz ou tinta do móvel. Depois que remover bem, nivele a madeira com uma lixa fina.

Ah, você pode usar uma lixa manual ou até mesmo uma lixadeira elétrica no processo, o importante é que a superfície seja igualmente lixada para que um local não fique mais desgastado do que o outro. E atenção: muito cuidado com móveis torneados ou detalhados. Lixar muito ou incorretamente essas partes pode comprometer o design do móvel.

Por fim, retire os resíduos da madeira com um pano macio, que não solte fiapos.

Utilize o primer

Madeira lixada, hora de aplicar o primer na mobília. Trata-se de um produto que prepara a madeira para a pintura, aumentando a adesão e durabilidade da tinta.

Na hora de escolher o primer, opte por um tom mais claro do que a cor escolhida para pintar o móvel – o branco é o mais indicado. Vale destacar que, geralmente, uma demão de primer é o suficiente.

Depois, espere secar pelo tempo determinado pelo fabricante.

Mãos à tinta!

Feitas as etapas anteriores, hora de pintar o móvel. Quanto à escolha da cor, não existe muito segredo. Escolha a que você mais gosta, levando em conta a harmonia com as demais cores do ambiente. Não precisa nem ter muito receio da combinação – ter móveis com cores destoantes pode ser interessante, o que conta aqui é a harmonização.

Já a escolha do tipo de tinta vai depender da proposta visual que quer para o móvel. Existem basicamente duas opções mais utilizadas na pintura de móveis: as tintas acrílicas, que possuem cobertura mais superficial e suave, geralmente utilizadas quando se quer um acabamento mais rústico; e as tintas esmaltes, que proporcionam uma cobertura mais intensa e profunda, sendo indicadas para quem quer um acabamento mais brilhante.

Prefere um trabalho mais rápido e prático? Você pode optar ainda pela tinta spray, que exige menos habilidade.

Agora, se o seu desejo é uma estética diferenciada, vale investir em técnicas de pintura como a pátina ou laqueada.

Dica: evite pintar o lado de dentro de móveis como gavetas, por exemplo. Pintar o lado de dentro de uma gaveta pode fazê-la emperrar na hora de abrir.

Depois, espere secar a tinta e pronto! É só curtir o seu móvel novo!

Fonte: https://blog.casashow.com.br

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