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Tipos de laje: descubra qual o melhor modelo para sua casa


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Quem já construiu ou está realizando o sonho de ter uma casa feita exatamente sob medida sabe o quanto a fase da colocação da laje é esperada. Afinal, ela simboliza a conclusão da primeira etapa da obra.

Parte fundamental da construção, a laje dá sustentação às paredes, cobertura de tetos e é também piso nas casas com mais de um andar. E tamanha importância exige atenção na hora da escolha da laje (sim, ela pode ser encontrada em diferentes tipos): disso vai depender a qualidade, resistência e durabilidade de sua construção, além de economia de material e dinheiro.

Quer saber qual opção atende às suas necessidades? Conheça os tipos de laje e descubra qual o melhor modelo para sua casa.

Laje de isopor
Modelo de laje pré-fabricado, e também conhecido como EPS (sigla de Poliestireno Expandido), é considerado a opção mais ecológica, já que não degrada a natureza, não emite CFC e é reciclável.

Como vantagem, o isopor torna o forro mais leve e serve como controlador térmico. Além disso, por ser um material mais leve, facilita a montagem, o transporte, a colocação e o processo de concretagem. A laje de isopor também facilita as instalações elétricas e tubulações, tem mais resistência à quebra e ajuda na economia de concreto e aço.

No entanto, na laje de isopor não é possível fazer furos na parte inferior. Assim, é preciso que o pedreiro utilize uma cola especial para que o acabamento (chapisco ou gesso) tenha aderência ao material.

Lajota de cerâmica
Pré-fabricada, a lajota de cerâmica, além de ser mais em conta, pode ser rebocada, propaga menos o som e mantém a temperatura agradável. O modelo também facilita a colocação de canos de água e esgoto.

No entanto, é um material mais frágil, que muitas vezes acaba se quebrando no transporte ou na concretagem. Por isso, se optar por esse tipo, vale comprar algumas peças extras para não ter problema de falta de material.

Painel treliçado
Pré-fabricado, é feito de painéis de concreto posicionados lado a lado durante a montagem. De fácil transporte, sua colocação dispensa encaixes e acabamento na parte inferior, já que costuma ter uma aparência bonita visualmente. Porém, o modelo pode pesar mais no bolso: o painel treliçado pode custar até 30% mais que os demais tipos de laje pré-fabricada.

Laje maciça
É construída na obra – resumidamente, o pedreiro confecciona uma forma de madeira, monta a ferragem dentro da forma e depois a preenche com concreto. Nesses casos, o pedreiro deve ter bastante atenção com a concretagem da laje e usar ferramentas adequadas para garantir que a resistência seja suficiente para suportar o peso.

Geralmente utilizada em vãos e projetos menores, a laje maciça tem como vantagem ser menos suscetível a fissuras e trincas e por ter um acabamento mais liso. Pode ser de vários tipos: simples, cogumelo ou nervurada.

Por outro lado, a laje maciça demanda um gasto maior com madeiras para a base e o escoramento, é mais pesada e requer mão-de-obra especializada e de confiança, já que é totalmente moldada na obra.

Qual escolher?
O custo das lajes pré-moldadas costuma ser mais elevado; por isso, as maciças são mais indicadas para pequenos empreendimentos. No entanto, para quem tem pressa ou o tempo como fator determinante na obra, talvez seja mais interessante investir nas vantagens das lajes pré-moldadas – elas também oferecem controle de qualidade e uniformidade nas peças.

Ah, vale ressaltar que é fundamental fazer a escolha em conjunto com o responsável técnico da obra, que vai avaliar com mais propriedade as suas necessidades e as características da construção. Combinados?

Fonte: https://blog.casashow.com.br

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Rejunte é tudo igual? Veja como escolher o ideal


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É muito comum, ao construir ou reformar, voltarmos nossa atenção para a escolha dos pisos e revestimentos e relegarmos os rejuntes para o segundo plano. Bom, é hora de rever esses conceitos.

O rejunte é muito importante tanto na estética quanto na qualidade final do projeto. Ele tem a função de ajudar a proteger o ambiente de vazamentos e umidades, de dar a regularidade entre as peças de pisos e azulejos e ainda o acabamento final.

É preciso, portanto, escolher o rejunte certo para cada piso e ambiente, evitando assim problemas futuros. Conheça os rejuntes disponíveis no mercado e aprenda a escolher o ideal!

Tipos de rejunte

Rejunte cimentício para cerâmica
Flexível, é recomendado tanto para ambientes internos como para externos. Seu espaçamento mínimo deve ser de três milímetros e é também o mais barato e o mais utilizado no mercado.

Rejunte cimentício para porcelanato
Também flexível, possui os mesmos componentes do rejunte para cerâmica e é indicado para o assentamento de porcelanatos em áreas internas e externas. Possui espaçamento mínimo de dois milímetros e tem valor, qualidade e acabamento semelhante ao do rejunte para cerâmica.

Rejunte epóxi
É recomendado para o assentamento de cerâmicas, porcelanatos, pastilhas e azulejos de áreas externas e internas. Tem espaçamento mínimo de um milímetro. Se você preferir um rejunte mais impermeável, aposte no epóxi, que é menos absorvente, mas atenção: a aplicação deste rejunte é mais complicada e requer mão de obra qualificada.

Rejunte acrílico
É usado em revestimentos cerâmicos, pastilhas e porcelanatos em áreas internas e externas. Tem custo um pouco mais elevado, porém é de melhor qualidade e possui acabamento mais liso. Seu espaçamento mínimo é de dois milímetros.

Cor do rejunte
A escolha da cor do rejunte é fundamental, pois irá afetar diretamente a estética final do revestimento. Se você quer um efeito mais harmonioso e sutil, de continuidade entre as peças, a cor do rejunte deve ser similar ou igual à tonalidade do revestimento.

Já se o seu intuito no projeto for provocar contraste, escolha um rejunte de cor mais escura ou de tom bem mais claro. Vale ressaltar que os rejuntes escuros disfarçam a sujeira que costumam se acumular nesses espaços.

Dicas
O tamanho da junta é bastante relevante na hora de escolher o rejunte correto: os cimentícios são utilizados em juntas maiores, enquanto o acrílico e o epóxi são indicados para juntas menores. No entanto, se quiser uma textura mais lisa, é possível sim aplicar acrílico e epóxi em juntas maiores.

Para um resultado perfeito, na aplicação é indispensável que as peças cerâmicas estejam limpas, secas e que o rejunte seja preparado de acordo com as recomendações do fabricante. Para facilitar o processo, na aplicação use uma desempenadeira de borracha ou uma espátula flexível e não demore para retirar o excesso de produto, ou ele pode impregnar. Após aproximadamente 40 minutos da aplicação, limpe o revestimento com uma esponja macia e úmida.
fonte: https://blog.casashow.com.br/

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Vidros na Construção Civil


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Os vidros ocupam a maior área das esquadrias, constituindo, portanto, a maior área de penetração de luz, calor e ruído através das fachadas. Por essa razão, sua especificação deve ser cuidadosa e, para isso, é necessário conhecer o desempenho dos vários tipos de vidro disponíveis para construção civil.

Numa explicação simples, os vidros devem ser considerados por seu desempenho estrutural – resistência às solicitações de vento, a cargas acidentais etc. Há o desempenho relacionado à entrada de luz e à visibilidade através do vidro e o desempenho acústico, muito importante quando se pretende que o vidro reduza o nível de ruído ao adequado uso do edifício. Para hospitais ou instituições de ensino, por exemplo, os níveis são mais baixos. Para edifícios de escritório admitem-se níveis mais elevados, mas as normas brasileiras e as internacionais sempre limitam esses níveis de acordo com as frequências dominantes do ruído externo – ruídos de baixa frequência incomodam mais e são mais nocivos que os de alta.

Adicionalmente, o vidro deve contribuir para o conforto térmico do ambiente interno, ou seja, tem que controlar a passagem de calor de um lado para outro. Em países de clima frio, o uso da calefação gera grandes custos e o que se pretende dos vidros é que permitam que o calor penetre no ambiente durante o dia, mas não deixem o calor sair durante a noite ou em períodos com temperatura externa muito baixa. Já nos países de clima quente, principalmente nos trópicos – nosso caso – o que se procura é barrar a entrada de calor durante o dia e permitir que ele saia com facilidade nos períodos com menos radiação e à noite.

Por essa observação já se nota que as necessidades são exatamente opostas nos climas frios e nos trópicos. Ignorar essa condição gera sérios enganos na especificação de vidros feita com base nos usos mais conhecidos na Europa e nos Estados Unidos.

No Brasil, não pode ser ignorada a necessidade de utilizar vidros que “reflitam calor para fora”. Ao mesmo tempo, devido à claridade excessiva nos trópicos, é necessário também limitar o excesso de passagem de luz para o ambiente interno.

É frequente entre arquitetos e usuários o comentário quanto ao uso, na Europa, de vidros muito claros, com transparência total. Esse questionamento sugere que se analise com alguma lógica por que não é conveniente usar tais vidros aqui.

Sempre há dúvidas relativas à “refletividade” dos vidros para fora. Muitos temem que, em busca de controle de luz e o calor, sejam especificados vidros muito refletivos, criando o indesejado efeito espelho. Esse temor tem origem numa época em que a tecnologia do vidro ainda não havia evoluído para condições mais precisas de controle desses efeitos. Há algum tempo, porém, existem vidros com refletividade muito baixa de luz, mas que são muito eficientes no controle do calor. São vidros de controle solar de alta eficiência.

Uma consideração a fazer é que os vidros refletem luz e calor não apenas “para fora”, mas também “para dentro” e alguns tipos têm refletividade luminosa interna até maior que a externa. Essa situação é muito desconfortável, pois, num dia chuvoso ou nublado e à noite, a refletividade interna aparece com intensidade – há pouca luz externa – e ao olhar pelas janelas vemos apenas reflexos do ambiente interno. Trata-se de uma “jaula de espelhos” e isso deve ser cuidadosamente evitado.

Tipos de vidros

- Monolíticos são os vidros tais como são produzidos originalmente. Incolores ou coloridos, são uma placa única produzida industrialmente. Esses vidros podem ser temperados ou semi-temperados, para aumento de sua resistência.

- Os vidros temperados e semi-temperados passam por um processo de choque térmico que os endurece, proporcionando maior resistência mecânica. São usados para grandes envidraçamentos para reduzir as espessuras. Mas requerem um cuidado: podem sofrer quebra originada por várias causas e, portanto, não podem ser instalados em guarda-corpos, em coberturas etc.

- Os laminados são compostos de duas ou mais placas de vidros monolíticos, comuns ou temperados, unidas por uma película por meio de um processo industrial. Oferecem maior segurança, pois, ao se quebrarem, os cacos ficam grudados na película.

- Insulados são os compostos por duas lâminas de vidro – comum, temperado ou laminado – montadas de forma a ter entre elas uma câmara de ar que fica sem contato com o ar exterior. Esses vidros colaboram em certa medida para o conforto térmico e, dependendo das frequências e níveis dos ruídos, podem ser eficientes acusticamente. Ao contrário da crença mais difundida, nem sempre constituem a melhor solução acústica. Por isso um especialista deve ser consultado para a especificação em cada caso.

fonte: http://www.forumdaconstrucao.com.br/

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Pisos, tintas e revestimentos para quem tem animais de estimação


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Você tem aquele móvel querido, de estimação, mas que já está feio ou gasto? Gosta da sua mobília, masParte da família, eles enchem a casa de amor, diversão e alegria. E também de pelos e de um pouco mais de bagunça e sujeira. Sim, estamos falando dos pets.

Mas isso não quer dizer que os animais de estimação precisem ser sinônimos de muito trabalho. Além de amor e carinho, alguns cuidados na hora de escolher os materiais da sua casa podem ajudar, eles e você, a terem uma rotina muito mais fácil e confortável,

Veja dicas de pisos, tintas e revestimentos para quem tem animais de estimação.

Cuidado, o piso pode ser um grande vilão para o seu animal de estimação. Caso ele seja liso e escorregadio, o esforço para o seu bichinho se manter firme e equilibrado pode ser grande, acarretando inclusive problemas nas articulações. O piso ideal, portanto, são aqueles mais rústicos ou antiderrapantes.

Uma das melhores opções é a cerâmica, que possui durabilidade, é difícil de arranhar, fácil de limpar, além de manter o ambiente mais fresco, característica ótima para os nossos amigos peludos se refrescarem.

Por ter pouca ou quase nenhuma absorção, os porcelanatos sem brilho ou com texturas também são indicados para quem tem animais. Na instalação deixe espaçamentos mínimos no rejunte, evitando manchas e umidade e de quebra dando amplitude aos espaços.
Os pisos vinílicos, principalmente os mais rústicos, com acabamento de capa de pvc, também têm absorção praticamente nula, não tendo risco de manchar com aquele xixi no lugar errado. Além disso, são resistentes às unhas do seu gato ou cachorro, laváveis e também oferecem conforto térmico.

Agora, quer facilidade de limpeza e um ótimo custo-benefício? Que tal inovar a sua decoração com um piso de cimento queimado? Além de muito prático para quem tem animais de estimação, o concreto aparente está em alta no mundo da decoração.

E que tipo de piso não usar? O piso de madeira não precisa necessariamente ser uma opção descartada, mas pode ser arranhado com facilidade. Já materiais porosos como o mármore ou pedras naturais não são indicados – a saliva e a urina dos animais pode manchá-los.

Ah, e esqueça os carpetes! Eles acumulam odores, mancham e atraem pelos com facilidade. Não quer abrir mão de pelo menos um tapete? Escolha modelos que sejam de materiais impermeabilizados, fáceis de lavar, e prefira os feitos com fibras resistentes e difíceis de rasgar. O de sisal, por exemplo, pode ser uma boa escolha.

Tintas e revestimentos
Não é só o piso que exige atenção quando se tem um animal de estimação. Imagine só você chegar do passeio no parque com o seu cãozinho e ele deixar as patinhas cheias de terra na parede, bem naquele papel caríssimo ou na pintura novinha… melhor evitar situações como essas, não?

Seja tinta, seja revestimento, portanto, a sua parede deve ser de limpeza fácil. No caso das tintas, opte pelas de acabamento acetinado ou semibrilhante, que são mais fáceis de limpar.

E, claro, escolha as tintas laváveis, que possuem uma fórmula mais resistente aos danos causados por certos resíduos. Assim, qualquer tipo de sujeira pode ser removida da superfície sem danos à pintura.

Fonte: https://blog.casashow.com.br/

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Piso drenante é permeável, resistente e ecologicamente correto


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Permeável, resistente e ecologicamente correto. Essas vantagens fazem do piso drenante a solução ideal para projetos que buscam alternativas sustentáveis e de qualidade. Disponível em várias cores e modelos, proporciona visual moderno aos ambientes.

Para conhecer mais a respeito, conversamos com alguns especialistas que indicam a utilização do produto. Confira!

Composição x função do piso drenante

Feito com uma mistura de pedra, areia, cimento, fibras naturais, aditivos plastificantes e porcelana reciclada, o material tem basicamente duas funções: absorver a água da chuva e encaminhá-la para o lençol freático. Com isso, ajuda a reduzir enchentes e alagamentos nas cidades.

“Com o piso drenante não há necessidade de instalar ‘bocas de lobo’ ou dutos subterrâneos em estacionamentos, por exemplo. Ele permite captar um litro de água por segundo. O solo absorve a água, filtra e a conduz até ao lenço freático. Para aumentar o poder de absorção, é possível inserir captadores artificiais, que armazenam a água para reuso”, destaca Georges Russalim, diretor da Braston Pisos Personalizados.

Como a solução permite o escoamento de líquidos em geral, sua utilização não é recomendada em locais potencialmente contaminados. Portanto, se por um lado reduz enchentes, por outro pode absorver fluidos oriundos de veículos automotores.

Utilização

O piso drenante é indicado para áreas externas, como ruas, calçadas, garagens, bordas de piscinas, rampas, áreas de lazer e jardins. Segundo Luis Fernando Andrade da Silva, diretor da Drenaltec Pisos e Revestimentos, “o material é muito versátil e proporciona benefícios ecológicos importantíssimos para o meio ambiente. Além disso, é econômico, pois dispensa contrapiso, argamassa, rejunte e outros materiais utilizados para a aplicação do piso de concreto comum”.

Modelos de piso drenante

O mercado fornece diferentes modelos de piso drenante, sendo os mais comuns: concregrama, intertravado permeável e placas porosas. O primeiro é vazado, ou seja, contém espaços livres que podem ser preenchidos com grama. O segundo caracteriza-se por ter peças encaixadas umas sobre as outras. Já o terceiro possui placas aplicadas uma do lado da outra.

“O modelo concregrama detêm retículas de concreto com interstícios, que facilitam o escoamento da água por suas frestas, permitindo assim o crescimento da vegetação. Sempre que possível utilizamos pisos drenantes em nossos projetos, principalmente no calçamento de passeios das áreas ajardinadas”, salienta Bruno Vitorino, arquiteto do escritório DMDV Arquitetos.

Fonte: www.blog.casashow.com.br

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Artefatos de cimento: o que são?


ciment 02.jpgArtefatos de cimento são caracterizados como todo e qualquer material que utilize o cimento como agregado. Eles englobam diversos produtos: tubos de concreto para saneamento, pré-lajes, sacadas e escadas pré-fabricadas, mourões, blocos, telhas, lajotas e mobiliário urbano.

Essas peças podem ser usadas como objetos decorativos, como ladrilhos, bancos, chafarizes, molduras, entre outros; assim como em obras de portes maiores, nas vedações verticais e infraestrutura, por exemplo. Para construções menores os elementos mais utilizados são: blocos para alvenaria, pisos intertravados, aduelas, canaletas, caixas de passagem elétrica ou hidráulica, escadas, fossas sépticas, mourões, parapeitos, postes, vigotas maciças ou treliçadas, entre outros.

As vantagens dos artefatos de cimento são a agilidade na construção e a homogeneidade ao produto final, além da diminuição de desperdícios mais comuns. Também contribuem diretamente com o lado sustentável da obra e a resistência do projeto.

O peso e custo para transportar os materiais entram como desvantagens, que podem ser contornadas com uso de concreto leve e com fabricação e montagem das peças mais próximas ao canteiro de obras.

Fonte: http://blogaecweb.com.br/

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