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Rejunte é tudo igual? Veja como escolher o ideal


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É muito comum, ao construir ou reformar, voltarmos nossa atenção para a escolha dos pisos e revestimentos e relegarmos os rejuntes para o segundo plano. Bom, é hora de rever esses conceitos.

O rejunte é muito importante tanto na estética quanto na qualidade final do projeto. Ele tem a função de ajudar a proteger o ambiente de vazamentos e umidades, de dar a regularidade entre as peças de pisos e azulejos e ainda o acabamento final.

É preciso, portanto, escolher o rejunte certo para cada piso e ambiente, evitando assim problemas futuros. Conheça os rejuntes disponíveis no mercado e aprenda a escolher o ideal!

Tipos de rejunte

Rejunte cimentício para cerâmica
Flexível, é recomendado tanto para ambientes internos como para externos. Seu espaçamento mínimo deve ser de três milímetros e é também o mais barato e o mais utilizado no mercado.

Rejunte cimentício para porcelanato
Também flexível, possui os mesmos componentes do rejunte para cerâmica e é indicado para o assentamento de porcelanatos em áreas internas e externas. Possui espaçamento mínimo de dois milímetros e tem valor, qualidade e acabamento semelhante ao do rejunte para cerâmica.

Rejunte epóxi
É recomendado para o assentamento de cerâmicas, porcelanatos, pastilhas e azulejos de áreas externas e internas. Tem espaçamento mínimo de um milímetro. Se você preferir um rejunte mais impermeável, aposte no epóxi, que é menos absorvente, mas atenção: a aplicação deste rejunte é mais complicada e requer mão de obra qualificada.

Rejunte acrílico
É usado em revestimentos cerâmicos, pastilhas e porcelanatos em áreas internas e externas. Tem custo um pouco mais elevado, porém é de melhor qualidade e possui acabamento mais liso. Seu espaçamento mínimo é de dois milímetros.

Cor do rejunte
A escolha da cor do rejunte é fundamental, pois irá afetar diretamente a estética final do revestimento. Se você quer um efeito mais harmonioso e sutil, de continuidade entre as peças, a cor do rejunte deve ser similar ou igual à tonalidade do revestimento.

Já se o seu intuito no projeto for provocar contraste, escolha um rejunte de cor mais escura ou de tom bem mais claro. Vale ressaltar que os rejuntes escuros disfarçam a sujeira que costumam se acumular nesses espaços.

Dicas
O tamanho da junta é bastante relevante na hora de escolher o rejunte correto: os cimentícios são utilizados em juntas maiores, enquanto o acrílico e o epóxi são indicados para juntas menores. No entanto, se quiser uma textura mais lisa, é possível sim aplicar acrílico e epóxi em juntas maiores.

Para um resultado perfeito, na aplicação é indispensável que as peças cerâmicas estejam limpas, secas e que o rejunte seja preparado de acordo com as recomendações do fabricante. Para facilitar o processo, na aplicação use uma desempenadeira de borracha ou uma espátula flexível e não demore para retirar o excesso de produto, ou ele pode impregnar. Após aproximadamente 40 minutos da aplicação, limpe o revestimento com uma esponja macia e úmida.
fonte: https://blog.casashow.com.br/

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Aprenda a cultivar árvores frutíferas em vasos


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Ter o prazer de colher uma fruta direto do pé parece um desejo distante de quem vive na correria do cotidiano. Mas é possível sim! Você pode ter árvores frutíferas produzidas em vasos, mesmo que você seja orgulhosamente urbano. Para ajudar você a cuidar de cada detalhe nessa empreitada, separamos as dicas mais importantes:
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1. Espécie: romã, araçá, acerola, pitanga, jabuticaba, laranja, bergamota, kinkan, limão e por aí vai.
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2. Espaço: pode ser na varanda, no corredor, no jardim e até na sala, desde que você tenha uma janela grande com bastante luminosidade. É preciso tomar o cuidado com a área disponível, em média uma área de 2 m² para cada fruteira em vaso. Preste atenção no porte da planta, precisa ser de baixo ou médio.
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3. Vaso: para cada tipo de árvore existe o vaso mais adequado. Em superfície e profundidade, esteja atento ao porte da frutífera. O vaso deve ter em média 20 litros - é importante ter espaço para as raízes se expandirem.
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4. Terra: prepare a terra com uma mistura de 50% de terra orgânica e 50% de areia média de construção. No fundo do vaso, até uns 15 cm da altura, faça a cama de drenagem com pedriscos (não esqueça de que o vaso deverá ter alguns furos no fundo, para escoamento da água).
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5. Sol e luz: as frutíferas só darão bons frutos se tiverem sol e luz durante, pelo menos, 6 horas, todos os dias.
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6. Irrigação: dependendo do clima da sua região, uma frutífera em vaso precisará de até 3 regas por semana. Você pode fazer as regas em dias fixos reduzindo a quantidade em períodos de chuva e aumentando em época de muita seca.

Fonte: http://www.jardimdasideias.com.br

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Vai viajar? Veja os cuidados que você deve ter com a casa


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O verão e o fim de ano estão chegando e com eles as tão merecidas e esperadas férias.

Mas, para que você desfrute a viagem com tranquilidade e segurança, é preciso tomar algumas precauções antes de colocar o pé na estrada. Vai viajar? Veja os cuidados que você deve ter com a casa.

Não conte para estranhos
Não espalhe a notícia de que vai viajar para desconhecidos ou pessoas distantes – infelizmente um simples comentário de que a casa estará vazia no período pode trazer grandes problemas. Conte sobre a ausência para um vizinho próximo e de confiança, pedindo para ele ficar atento caso ocorra alguma movimentação estranha no imóvel.

Segurança
Teste todos os fechos e trancas das portas e janelas – cuidado apenas para não colocar cadeados em excesso nos portões, eles podem chamar a atenção e evidenciar que a casa está vazia. Se possível, reforce a segurança com alarmes, sensores de movimento ou câmeras de vigilância.

Garanta o cuidado das plantas
Uma grande preocupação é como cuidar das plantas e dos animais durante o período de ausência. O ideal é regar as plantas e retirar as partes podres antes de viajar, alimentar e deixar os animaizinhos limpos e pedir para uma pessoa de confiança cuidar dos seus pets (um hotelzinho é uma boa dica também), molhar as plantas e recolher a correspondência enquanto você está fora.

Desligue aparelhos eletrônicos e registros
Não importa o tempo de viagem: é fundamental retirar todos os aparelhos eletrônicos da tomada. Não se esqueça também de fechar o registro de água e a válvula de gás!

Luzes
Ao contrário do que muitos pensam, deixar uma luz acesa não é necessariamente uma boa medida de segurança: lâmpadas acesas durante o dia podem sinalizar que a casa está vazia e atrair atenções. Se possível, portanto, use lâmpadas programáveis para apagarem de dia e acenderem à noite.

Uma boa alternativa são as lâmpadas de fotocélulas. Elas ficam acesas assim que detectam que está escuro e se apagam quando o ambiente está claro. Essa é também uma ótima maneira para economizar energia.

Não dê sinais de que a casa está vazia
Procure não dar sinais de que a casa está vazia. Para isso, contar com uma pessoa de confiança é fundamental: ela pode evitar que correspondências e lixo se acumulem no quintal, sinais que evidenciam que não tem ninguém no imóvel. Se isso não for possível, suspenda pelo menos a assinatura de jornais e revistas. Empilhados na porta de sua casa, eles podem chamar a atenção de potenciais invasores.

Objetos de valor
Não é recomendável deixar objetos de muito valor ou grandes quantias de dinheiro em sua casa. Ou então, guarde-os em locais bem seguros para protegê-los caso ocorra alguma invasão.

Esvazie a geladeira
Nada de fazer grandes compras antes de viajar, certo? Se você for passar bastante tempo fora, lembre-se de remover qualquer tipo de alimento perecível da sua geladeira, evitando assim mau cheiro e outros visitantes desagradáveis: roedores e insetos.

Limpeza geral
Antes de viajar, faça uma limpeza geral na casa, retirando todo o lixo, lavando roupas e louças. Isso irá evitar acúmulo de sujeira, geração de bactérias, mau cheiro, aparição de insetos e ainda vai conservar a casa organizada para quando você voltar.
Fonte: https://blog.casashow.com.br

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Vidros na Construção Civil


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Os vidros ocupam a maior área das esquadrias, constituindo, portanto, a maior área de penetração de luz, calor e ruído através das fachadas. Por essa razão, sua especificação deve ser cuidadosa e, para isso, é necessário conhecer o desempenho dos vários tipos de vidro disponíveis para construção civil.

Numa explicação simples, os vidros devem ser considerados por seu desempenho estrutural – resistência às solicitações de vento, a cargas acidentais etc. Há o desempenho relacionado à entrada de luz e à visibilidade através do vidro e o desempenho acústico, muito importante quando se pretende que o vidro reduza o nível de ruído ao adequado uso do edifício. Para hospitais ou instituições de ensino, por exemplo, os níveis são mais baixos. Para edifícios de escritório admitem-se níveis mais elevados, mas as normas brasileiras e as internacionais sempre limitam esses níveis de acordo com as frequências dominantes do ruído externo – ruídos de baixa frequência incomodam mais e são mais nocivos que os de alta.

Adicionalmente, o vidro deve contribuir para o conforto térmico do ambiente interno, ou seja, tem que controlar a passagem de calor de um lado para outro. Em países de clima frio, o uso da calefação gera grandes custos e o que se pretende dos vidros é que permitam que o calor penetre no ambiente durante o dia, mas não deixem o calor sair durante a noite ou em períodos com temperatura externa muito baixa. Já nos países de clima quente, principalmente nos trópicos – nosso caso – o que se procura é barrar a entrada de calor durante o dia e permitir que ele saia com facilidade nos períodos com menos radiação e à noite.

Por essa observação já se nota que as necessidades são exatamente opostas nos climas frios e nos trópicos. Ignorar essa condição gera sérios enganos na especificação de vidros feita com base nos usos mais conhecidos na Europa e nos Estados Unidos.

No Brasil, não pode ser ignorada a necessidade de utilizar vidros que “reflitam calor para fora”. Ao mesmo tempo, devido à claridade excessiva nos trópicos, é necessário também limitar o excesso de passagem de luz para o ambiente interno.

É frequente entre arquitetos e usuários o comentário quanto ao uso, na Europa, de vidros muito claros, com transparência total. Esse questionamento sugere que se analise com alguma lógica por que não é conveniente usar tais vidros aqui.

Sempre há dúvidas relativas à “refletividade” dos vidros para fora. Muitos temem que, em busca de controle de luz e o calor, sejam especificados vidros muito refletivos, criando o indesejado efeito espelho. Esse temor tem origem numa época em que a tecnologia do vidro ainda não havia evoluído para condições mais precisas de controle desses efeitos. Há algum tempo, porém, existem vidros com refletividade muito baixa de luz, mas que são muito eficientes no controle do calor. São vidros de controle solar de alta eficiência.

Uma consideração a fazer é que os vidros refletem luz e calor não apenas “para fora”, mas também “para dentro” e alguns tipos têm refletividade luminosa interna até maior que a externa. Essa situação é muito desconfortável, pois, num dia chuvoso ou nublado e à noite, a refletividade interna aparece com intensidade – há pouca luz externa – e ao olhar pelas janelas vemos apenas reflexos do ambiente interno. Trata-se de uma “jaula de espelhos” e isso deve ser cuidadosamente evitado.

Tipos de vidros

- Monolíticos são os vidros tais como são produzidos originalmente. Incolores ou coloridos, são uma placa única produzida industrialmente. Esses vidros podem ser temperados ou semi-temperados, para aumento de sua resistência.

- Os vidros temperados e semi-temperados passam por um processo de choque térmico que os endurece, proporcionando maior resistência mecânica. São usados para grandes envidraçamentos para reduzir as espessuras. Mas requerem um cuidado: podem sofrer quebra originada por várias causas e, portanto, não podem ser instalados em guarda-corpos, em coberturas etc.

- Os laminados são compostos de duas ou mais placas de vidros monolíticos, comuns ou temperados, unidas por uma película por meio de um processo industrial. Oferecem maior segurança, pois, ao se quebrarem, os cacos ficam grudados na película.

- Insulados são os compostos por duas lâminas de vidro – comum, temperado ou laminado – montadas de forma a ter entre elas uma câmara de ar que fica sem contato com o ar exterior. Esses vidros colaboram em certa medida para o conforto térmico e, dependendo das frequências e níveis dos ruídos, podem ser eficientes acusticamente. Ao contrário da crença mais difundida, nem sempre constituem a melhor solução acústica. Por isso um especialista deve ser consultado para a especificação em cada caso.

fonte: http://www.forumdaconstrucao.com.br/

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4 dicas para decorar com pallets


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Os pallets, também conhecidos como paletes, são objetos imprescindíveis na área logística, uma vez que auxiliam diretamente no processo de armazenamento, através do melhor racionamento e aproveitamento de espaço. “Mas o que isso tem tem a ver com decoração?”, você pode se perguntar. Pois saiba que tem tudo a ver!

Novas aplicabilidades dos paletes foram descobertas. Estes calços de madeira são muito versáteis e, com uma boa dose de criatividade, eles podem contribuir na renovação dos ambientes. Quer aprender a utilizar paletes na decoração de casa e conseguir um visual bonito e inovador? Então confira nossas dicas!

Mesas de centro com pallets: resultado incrível

Já imaginou um pallet sendo transformado em mesa? É mais fácil do que você imagina! Basta lixar o objeto e pintá-lo da cor que você preferir (investir na tinta spray para a tarefa é uma boa pedida!). Com demãos de verniz o efeito é bacana, mas, para criar uma mesa bem moderna, uma tinta de tonalidade vibrante, como lima, verde, turquesa, vermelho ou amarelo também cai super bem.

Caso você queira usar o pallet apenas de base, coloque rodinha e um tampo de vidro na mesa de centro. Ninguém vai acreditar que na verdade você reaproveitou um material desperdiçado por armazéns e indústrias. Para arrematar, posicione um vaso bonito com flores do campo no móvel. Mas há um detalhe: tenha cuidado com as proporções para a composição não ficar over!

Painéis são uma excelente aposta

Com os pallets, é possível fazer painéis de diferentes tamanhos e estilos: rústico, clássico, moderno, vintage. Você escolhe! Para obter um efeito rústico, aposte no pallet cru ou em um tom de madeira bem escura. Para dar um ar moderno e descontraído ao ambiente, opte por cores bem abertas. No caso do estilo clássico, prefira branco, preto ou cinza. Se a sua proposta for vintage ou provençal, faça uma pintura em pátina.

A montagem do painel é bastante simples! Firme na parede 4 ou 6 pallets formando um quadrado ou um retângulo. Para colocar a televisão, será necessário usar um suporte específico. Além disso, o número de pallets pode ser alterado a depender do tamanho do espaço.

Decks para compor ambientes: alternativa bela e sustentável

Normalmente os pallets são fabricados com madeiras de reflorestamento, principalmente pinus. Sendo assim, ao usá-los para montar um deck em casa, além de atingir um ótimo resultado estético, você ainda contribui para o consumo sustentável e consciente da madeira.

Para criar um deck de pallet, você deve medir o espaço e calcular o número de materiais que serão necessários. O processo de aplicação deve ser feito por um profissional, a fim de garantir a durabilidade e o acabamento. De modo geral, os pallets são tratados contra a umidade, mas o ideal é reforçar a impermeabilização.

Dicas extras
• No mercado já é possível encontrar pallets lixados e higienizados;
• Use a criatividade para aplicar os pallets nas entradas de casas, estantes, revisteiros, base de futons, base de camas, cabeceiras, nichos, pufes, etc;
• Em áreas externas, como varandas e jardins, quanto mais rústico for o pallet, melhor;
• A tinta esmalte é mais indicada para obter um acabamento moderno.

Fonte: https://blog.casashow.com.br

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Criativo e funcional: é hora de fazer o seu próprio Jardim Vertical!


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Os jardins verticais surgiram como uma alternativa criativa e funcional para quem vive no coração da urbanização e encontra cada vez menos espaço físico para criar jardins horizontais.

Além de criarem espaços mais agradáveis, os jardins verticais trazem muitos outros benefícios como a diminuição de efeitos de emissão de carbono, mais conforto térmico e até a redução
da poluição e dos ruídos que chegam da rua. Ficou com vontade de investir em um? Veja nossas dicas para você começar logo o seu:

Escolha o local:
Onde você fará o seu jardim vertical é um fator determinante na hora de escolher as espécies que mais se adaptam ao ambiente.

Se o seu jardim for externo, você deve optar por plantas que são cultivadas em sol pleno. Já na área interna, as espécies escolhidas devem ser de sombra.

Estrutura:Para montar um jardim simples você pode optar por vasos de barro, que absorvem melhor a água ou até mesmo estruturas prontas feitas de concreto ou plástico.

Certifique-se de que as raízes de cada espécie tenham espaço suficiente para se desenvolver e que o suporte escolhido aguentará o peso total da planta contando com a terra úmida.

Irrigação:
Os jardins verticais secam rapidamente já que a gravidade puxa a água para baixo. Você pode amenizar este problema escolhendo vasos que ajudem a reter mais água e segurando mais umidade. Outra solução interessante é usar essa gravidade justamente a seu favor escolhendo plantas que não precisam de muita água para ficar na parte superior do seu jardim vertical e plantas que precisam de mais umidade na parte inferior.

Fonte: http://www.jardimdasideias.com.br

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